sábado, 29 de agosto de 2009

(POESIA DA PARANÓIA)

(PARANÓIA DO PENSAMENTO)

Será que eles me vestirão com roupas de aço, sei que eles podem me fazer em mil pedaços.

Trabalhar domingo á domingo, e feriado fazendo horas extras e não sendo recompensado eu sou mesmo um herói otario.

De 15 á 15 de agosto eu nasço, 20 de outubro eu caso e vou sobrevivendo assim, trabalhar eu gosto descansar não posso sinto-me cansado meu amigos desempregados alguns desabrigados juntos lutam para se proteger da tempestade que vem por ai.

Nessa vida de terror de crime e ação, agora nossas crianças estão de armas na mão, será que virarão ladrões?

Setor altamente rígido cobiça vulnerável, mas todos têm cabeças para pensar, mas não tem boca para falar e agir.

O bom é o mercado, o trabalho escravo!

Somos mão - de- obras de baixo valor sem direito de negociação...

Diretrizes fundidas impensada com ética mal aplicada, mas todos querem se dá bem: Há rá, rá, rá- bem mau.

Falidos são as falências mal administradas, mas na verdade somos capacho ultrapassado, panacum de estrada.

É triste dizer a verdade essa é a nossa vida argaço, vida de mercado.