(POESIA DA PARANÓIA)
(PARANÓIA DO PENSAMENTO)
Será que eles me vestirão com roupas de aço, sei que eles podem me fazer em mil pedaços.
Trabalhar domingo á domingo, e feriado fazendo horas extras e não sendo recompensado eu sou mesmo um herói otario.
De 15 á 15 de agosto eu nasço, 20 de outubro eu caso e vou sobrevivendo assim, trabalhar eu gosto descansar não posso sinto-me cansado meu amigos desempregados alguns desabrigados juntos lutam para se proteger da tempestade que vem por ai.
Nessa vida de terror de crime e ação, agora nossas crianças estão de armas na mão, será que virarão ladrões?
Setor altamente rígido cobiça vulnerável, mas todos têm cabeças para pensar, mas não tem boca para falar e agir.
O bom é o mercado, o trabalho escravo!
Somos mão - de- obras de baixo valor sem direito de negociação...
Diretrizes fundidas impensada com ética mal aplicada, mas todos querem se dá bem: Há rá, rá, rá- bem mau.
Falidos são as falências mal administradas, mas na verdade somos capacho ultrapassado, panacum de estrada.
É triste dizer a verdade essa é a nossa vida argaço, vida de mercado.
